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Sua operação cresceu e chegou a hora de adquirir novas empilhadeiras contrabalançadas para que o trabalho não seja prejudicado. O que é melhor, uma empilhadeira elétrica ou à combustão? Uma combinação de ambos? Tudo vai depender das necessidades da empresa, então, uma boa análise das opções disponíveis no mercado (até mesmo de um mesmo fornecedor) é o primeiro passo.

Como a funcionalidade entre empilhadeiras elétricas e a combustão interna (CI) é basicamente a mesma, um dos critérios mais utilizados é o Custo Total de Propriedade (CTP). O valor do equipamento e os custos com energia/combustível também devem ser levados em conta. Mas há alguns outros pontos, não tão óbvios, que o gestor deve levar em consideração.

Desempenho
A transmissão, ou powertrain, é o componente mais caro de uma empilhadeira contrabalançada, podendo chegar a 50% do valor do equipamento. Buscar uma opção com uma transmissão mais resistente – ainda que mais cara – pode salvar o orçamento quando chega a hora da manutenção.

No caso das empilhadeiras contrabalançadas elétricas, a tecnologia, o motor de Corrente Alternada (AC), contribui para aumentar a durabilidade do equipamento por substituir as escovas, comuns em motores de Corrente Contínua (CC). Motores AC também oferecem mais potência e aquecem menos que os CC, aumentando o desempenho e a durabilidade da empilhadeira. Apesar disso, a caixa de redução e o eixo de tração devem ser projetados para suportar o motor mais potente, caso contrário, todo o benefício é jogado fora.

Durabilidade
Apesar de robustas, as empilhadeiras contrabalançadas também têm limitações e, dependendo da forma como são operadas, podem apresentar problemas. Para as empilhadeiras CI, usualmente utilizadas em ambientes mais exigentes, os problemas mais comuns ocorrem quando os radiadores são danificados, aquecem, entopem, ou quando a tarefa executada é mais pesada do que aquelas para as quais a transmissão foi projetada.

Assim, um design robusto em todos os componentes deve ser analisado. Componentes produzidos originalmente para a indústria automobilística, como cabeçotes de alumínio e materiais leves, são muito utilizados em empilhadeiras CI e são projetados para economizar combustível em velocidades de operação mais altas, o que não é bem a realidade da utilização em um armazém. Com isso, o que seria um benefício, pode se tornar um problema devido a superaquecimentos que causam rachaduras ou deformações nos cabeçotes. Uma saída para evitar esse tipo de problema é optar por empilhadeiras com motor industrial que, em alguns casos, são equipados com um sistema de resfriamento externo.

Empilhadeiras com design industrial oferecem componentes desenhados para aguentar as tarefas mais exigentes sem que isso comprometa o funcionamento do equipamento.

Ergonomia
Preocupar-se com quem vai operar a empilhadeira também deve entrar no cálculo na hora em que um novo equipamento estiver sendo negociado. Garantir o seu conforto pode representar ganhos de produtividade e diminui riscos de mau uso no dia a dia. Então é preciso avaliar o acesso à cabine, a posição da coluna de direção e o apoio do assento para ter certeza de que o espaço é adequado, assim como a área de visibilidade do operador.

Manutenção
Na hora da aquisição de uma nova empilhadeira, o programa de manutenção oferecido pelo fabricante deve ser levado em conta, e o melhor momento para fechar esse contrato é na hora da compra. Pedidos de atendimento emergenciais ou pontuais, quando não constam em contrato, costumam demorar e custar mais e, nem sempre, as peças necessárias estão disponíveis.

É importante entender que nem sempre a empilhadeira mais barata é a mais indicada para o negócio, e o velho ditado “o barato sai caro” pode se mostrar mais verdadeiro do que gostaríamos.

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